sábado, 25 de setembro de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Trânsito da Capital matou nove; oito eram motociclistas
Aline dos Santos
João Garrigó
No dia 29, motociclista morreu em acidente com carreta na Gury Marques
O mês de junho foi marcado por tragédias no trânsito de Campo Grande. Em 31 dias, foram nove mortes e o mais preocupante: oito mortos eram motociclistas. A estatística é da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito), que registra somente mortes no local do acidente.
Desde dezembro de 2008, quando foram 11 mortes, o trânsito de Capital não matava tanto. Em junho, foram quatro mortes. A situação dos condutores de moto, em que a “lataria” é o próprio corpo, se agrava diante de comportamentos como não utilizar o capacete de forma correta e pilotar sem ter CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Diante de tamanha violência nas ruas da Capital, que persiste mesmo com ativação de radares, desde maio o Comitê de Gestão Integrada de Trânsito vai aos locais de acidentes com morte em busca de explicações.
“A gente vai ao local do acidente, tira foto, verifica se há sinalização, conversa com moradores”, afirma a técnica em educação para o trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Vera Lúcia de Matos.
Segundo ela, não são detectados problemas como falta de sinalização ou de condições de tráfego na via. “É a imprudência, a pressa, a falta de atenção”, reforça.
Explicações - Um dos locais visitados foi a rua Hannah Abdul Ahad, no Jardim Seminário. “É uma rua que tem placa de Pare, com pouco movimento, quase não passa ninguém. É quase inacreditável um acidente com morte”, relata.
No dia 3 de julho, no cruzamento das ruas Hannah Abdul Ahad e Carlota, Silene Terezinha de Rezende Feitosa, 54 anos, perdeu a vida ao colidir com uma caminhonete F-4000. Ela conduzia uma Honda Biz. Na ocasião, foi apontando que Silene pilotava a moto com o capacete pendurado no braço.
Outro ponto visitado foi a avenida Júlio de Castilho. De acordo com ela, há faixa amarela dupla proibindo a ultrapassagem, contudo foi registrado um acidente em que um motociclista morreu após colisão frontal com um ônibus do transporte coletivo. O acidente, no dia 29, causou a morte de Everton Góes Silveira, de 23 anos. No mesmo dia, o motociclista Douglas Willian Lemes Diniz Machado morreu em um acidente com uma carreta na avenida Gury Marques.
O desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro se torna mais evidente nos bairros. “Em maio, fizemos operação no Novos Estados, e a maioria não usava cinto de segurança ou usava capacete sem fechar a jugular”, conta Vera Lúcia.
De acordo com a Ciptran, durante as blitze em bairro, a cada dez condutores fiscalizados, quatro não possuem habilitação. Outra situação verificada nas ruas é que a maioria dos motociclistas coloca o capacete, mas sem fechar e com a viseira levantada.
Desta forma, num acidente, o único recurso de proteção voa e cabeça do condutor acaba batendo diretamente no chão ou contra o outro veículo. Outra prática é comprar primeiro a moto e deixar a CNH para depois.
“A situação é preocupante”, enfatiza Vera. A tentativa de conscientizar os condutores inclui palestras em empresas. “Reforçamos os conceitos de direção defensiva. Orientamos para que os motoristas não se descuidem dos retrovisores”, cita.
Ciclista – Para quem enfrenta o trânsito em uma bicicleta, as orientações são repassadas desde a criança. De acordo com Vera Lúcia, muitos ciclistas insistem em transitar no fluxo contrário aos dos veículos. “Tem que andar sempre do lado direito e no mesmo sentido do trânsito”.
João Garrigó
No dia 29, motociclista morreu em acidente com carreta na Gury Marques
O mês de junho foi marcado por tragédias no trânsito de Campo Grande. Em 31 dias, foram nove mortes e o mais preocupante: oito mortos eram motociclistas. A estatística é da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito), que registra somente mortes no local do acidente.
Desde dezembro de 2008, quando foram 11 mortes, o trânsito de Capital não matava tanto. Em junho, foram quatro mortes. A situação dos condutores de moto, em que a “lataria” é o próprio corpo, se agrava diante de comportamentos como não utilizar o capacete de forma correta e pilotar sem ter CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Diante de tamanha violência nas ruas da Capital, que persiste mesmo com ativação de radares, desde maio o Comitê de Gestão Integrada de Trânsito vai aos locais de acidentes com morte em busca de explicações.
“A gente vai ao local do acidente, tira foto, verifica se há sinalização, conversa com moradores”, afirma a técnica em educação para o trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Vera Lúcia de Matos.
Segundo ela, não são detectados problemas como falta de sinalização ou de condições de tráfego na via. “É a imprudência, a pressa, a falta de atenção”, reforça.
Explicações - Um dos locais visitados foi a rua Hannah Abdul Ahad, no Jardim Seminário. “É uma rua que tem placa de Pare, com pouco movimento, quase não passa ninguém. É quase inacreditável um acidente com morte”, relata.
No dia 3 de julho, no cruzamento das ruas Hannah Abdul Ahad e Carlota, Silene Terezinha de Rezende Feitosa, 54 anos, perdeu a vida ao colidir com uma caminhonete F-4000. Ela conduzia uma Honda Biz. Na ocasião, foi apontando que Silene pilotava a moto com o capacete pendurado no braço.
Outro ponto visitado foi a avenida Júlio de Castilho. De acordo com ela, há faixa amarela dupla proibindo a ultrapassagem, contudo foi registrado um acidente em que um motociclista morreu após colisão frontal com um ônibus do transporte coletivo. O acidente, no dia 29, causou a morte de Everton Góes Silveira, de 23 anos. No mesmo dia, o motociclista Douglas Willian Lemes Diniz Machado morreu em um acidente com uma carreta na avenida Gury Marques.
O desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro se torna mais evidente nos bairros. “Em maio, fizemos operação no Novos Estados, e a maioria não usava cinto de segurança ou usava capacete sem fechar a jugular”, conta Vera Lúcia.
De acordo com a Ciptran, durante as blitze em bairro, a cada dez condutores fiscalizados, quatro não possuem habilitação. Outra situação verificada nas ruas é que a maioria dos motociclistas coloca o capacete, mas sem fechar e com a viseira levantada.
Desta forma, num acidente, o único recurso de proteção voa e cabeça do condutor acaba batendo diretamente no chão ou contra o outro veículo. Outra prática é comprar primeiro a moto e deixar a CNH para depois.
“A situação é preocupante”, enfatiza Vera. A tentativa de conscientizar os condutores inclui palestras em empresas. “Reforçamos os conceitos de direção defensiva. Orientamos para que os motoristas não se descuidem dos retrovisores”, cita.
Ciclista – Para quem enfrenta o trânsito em uma bicicleta, as orientações são repassadas desde a criança. De acordo com Vera Lúcia, muitos ciclistas insistem em transitar no fluxo contrário aos dos veículos. “Tem que andar sempre do lado direito e no mesmo sentido do trânsito”.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Campanha petista ganha apoio de trabalhadores rurais (Karla Santos)
Em ritmo de campanha, o candidato a governador Zeca do PT visitou hoje a sede da Fetagri [Federação dos Trabalhadores na Agricultura]. Durante a visita, que contou com a presença da vice Tatiana do PV, o candidato ao senado Dagoberto Nogueira (PDT) e a suplente Gilda do PT.
Na ocasião, foi anunciada o apoio da Fetagri e do MST [Movimento dos sem-terra] a coligação “A força do povo”. É a primeira vez que duas principais forças da reforma agrária se unem para apoiar um candidato.
Segundo a presidente da Fetagri, Sandra Costa Soares, o movimento tem uma luta vitoriosa que necessita de união e articulação.
Também presente no evento, Dagoberto Nogueira destacou a representatividade da plateia. “Vejo tantas lideranças, de todos os municípios. Talvez esse seja o lançamento de candidatura com mais pessoas qualificadas e politizadas que participei. Por isso posso dizer que você já é nosso deputado, Geraldo.”
Zeca fez uso da palavra para afirmar que será feito um projeto modelo de reforma agrária e convidou os trabalhadores rurais a abraçarem a causa e “mostrar que é possível não só ganhar as eleições, mas fazer um governo para marcar a história”.
Na ocasião, foi anunciada o apoio da Fetagri e do MST [Movimento dos sem-terra] a coligação “A força do povo”. É a primeira vez que duas principais forças da reforma agrária se unem para apoiar um candidato.
Segundo a presidente da Fetagri, Sandra Costa Soares, o movimento tem uma luta vitoriosa que necessita de união e articulação.
Também presente no evento, Dagoberto Nogueira destacou a representatividade da plateia. “Vejo tantas lideranças, de todos os municípios. Talvez esse seja o lançamento de candidatura com mais pessoas qualificadas e politizadas que participei. Por isso posso dizer que você já é nosso deputado, Geraldo.”
Zeca fez uso da palavra para afirmar que será feito um projeto modelo de reforma agrária e convidou os trabalhadores rurais a abraçarem a causa e “mostrar que é possível não só ganhar as eleições, mas fazer um governo para marcar a história”.
sábado, 19 de junho de 2010
Edson Paim Notícias e Google News no Painel de Blogs (Pastora Simone Paim)
Em cada um dos Blogs que integram o Painel do Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta, uma parceria com o Google, você encontrará o LINK de Edson Paim Notícias (http://www.edsonpaim.com.br/).
Este LINK está situado ao lado direito da página, logo abaixo do LINK do Google.
Clicando nestes dois LINKS, você poderá ler, a qualquer hora, as últimas Notícias do dia, do Brasil e do Mundo, independentemente da data da última postagem deste Blog.
CONFIRA!
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domingo, 26 de julho de 2009
Mortes de motociclistas vão ultrapassar as de pedestres ainda neste ano, mostra pesquisa
FELIPE NÓBREGA
da Folha de S.Paulo
Os pedestres sempre lideraram o ranking de mortes por acidente de trânsito no Brasil. No entanto, neste ano, o posto será ocupado por uma outra categoria: a dos motociclistas.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, de 2001 a 2006, enquanto o número de mortes de pedestres se estabilizou em 10 mil vítimas por ano, o de motociclistas aumentou 131%, chegando a 7.162 ocorrências --em carros, houve 30% mais óbitos (7.639).
Paralelamente, o Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito diz que já compilou cerca de 85% dos acidentes registrados em 2008 e revela que a diferença entre a mortalidade de pedestres e a de motociclistas nunca foi tão pequena --apenas 518 óbitos no ano.
"Nesse ritmo, já em 2009, os motociclistas serão maioria entre as vítimas de trânsito", analisa David Duarte, coordenador da pesquisa e professor da UnB (Universidade de Brasília).
Para Deborah Malta, diretora do departamento de análise de situação de saúde do governo federal, "o fato não seria surpresa", pois o aumento contínuo de mortes de motociclistas atingiu "curva epidêmica".
Dados do SUS (Sistema Único de Saúde) já mostram as categorias de pedestres e motociclistas praticamente empatadas em mortalidade hospitalar (acidentados que morreram em um hospital público).
Em 2006, as mortes de motociclistas já ultrapassavam as de pedestres em 12 Estados brasileiros, entre eles Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, segundo o último relatório do Ministério da Saúde.
São Paulo fará parte desse grupo em dois ou três anos, calcula o consultor de trânsito Eduardo Biavati. "Não é apenas o crescimento da frota de motocicletas que engrossa as estatísticas. Falta um programa de formação e educação adequado para o condutor de moto."
Ricos e pobres
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), nos últimos quatro anos, a frota de motos na capital paulista cresceu 53,3%, e o número de óbitos de motociclistas, 38,5%.
Já a frota dos demais veículos no mesmo período aumentou (15,7%), mas o número de mortes de seus ocupantes permaneceu estável.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o número de mortes de pedestres, ciclistas e motociclistas é maior em países emergentes. Pelo estudo, o trânsito chinês é um dos que apresentam a maior porcentagem de morte de motociclistas (28%) e de pedestres (26%), números que o Brasil deverá igualar ainda neste ano.
Em países ricos, como a Inglaterra, a morte de motociclistas representa 19%, e a de pedestres, 21%. E cai a cada dia.
da Folha de S.Paulo
Os pedestres sempre lideraram o ranking de mortes por acidente de trânsito no Brasil. No entanto, neste ano, o posto será ocupado por uma outra categoria: a dos motociclistas.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, de 2001 a 2006, enquanto o número de mortes de pedestres se estabilizou em 10 mil vítimas por ano, o de motociclistas aumentou 131%, chegando a 7.162 ocorrências --em carros, houve 30% mais óbitos (7.639).
Paralelamente, o Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito diz que já compilou cerca de 85% dos acidentes registrados em 2008 e revela que a diferença entre a mortalidade de pedestres e a de motociclistas nunca foi tão pequena --apenas 518 óbitos no ano.
"Nesse ritmo, já em 2009, os motociclistas serão maioria entre as vítimas de trânsito", analisa David Duarte, coordenador da pesquisa e professor da UnB (Universidade de Brasília).
Para Deborah Malta, diretora do departamento de análise de situação de saúde do governo federal, "o fato não seria surpresa", pois o aumento contínuo de mortes de motociclistas atingiu "curva epidêmica".
Dados do SUS (Sistema Único de Saúde) já mostram as categorias de pedestres e motociclistas praticamente empatadas em mortalidade hospitalar (acidentados que morreram em um hospital público).
Em 2006, as mortes de motociclistas já ultrapassavam as de pedestres em 12 Estados brasileiros, entre eles Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, segundo o último relatório do Ministério da Saúde.
São Paulo fará parte desse grupo em dois ou três anos, calcula o consultor de trânsito Eduardo Biavati. "Não é apenas o crescimento da frota de motocicletas que engrossa as estatísticas. Falta um programa de formação e educação adequado para o condutor de moto."
Ricos e pobres
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), nos últimos quatro anos, a frota de motos na capital paulista cresceu 53,3%, e o número de óbitos de motociclistas, 38,5%.
Já a frota dos demais veículos no mesmo período aumentou (15,7%), mas o número de mortes de seus ocupantes permaneceu estável.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o número de mortes de pedestres, ciclistas e motociclistas é maior em países emergentes. Pelo estudo, o trânsito chinês é um dos que apresentam a maior porcentagem de morte de motociclistas (28%) e de pedestres (26%), números que o Brasil deverá igualar ainda neste ano.
Em países ricos, como a Inglaterra, a morte de motociclistas representa 19%, e a de pedestres, 21%. E cai a cada dia.
domingo, 24 de maio de 2009
Campanha para conscientizar condutor começa 2ª
Desta segunda (25) até sexta-feira (29), a concessionária Autoban realiza a campanha “Motociclista consciente evita acidente”.
O objetivo da ação – que acontece no km 118 da Rodovia Anhanguera, sentido Cordeirópolis – é ensinar os motociclistas e os motoristas a conduzirem de maneira responsável pelas rodovias.
Segundo a empresa, acidentes envolvendo motoqueiros são a segunda causa de morte no Sistema Anhanguera-Bandeirantes.
Campanha
Os motociclistas que participarem da campanha receberão folhetos educativos e assistirão a um vídeo sobre como trafegar de maneira segura e quais são os equipamentos de proteção necessários.
A Autoban também distribuirá antenas “corta cerol” e realizará check-ups gratuitos nas motos.
Aos motoristas de carros, ônibus e caminhões, as praças de pedágio entregarão um folheto específico que tem orientações de como compartilhar a estrada com motos.
Autoban
0800 055 5550
O objetivo da ação – que acontece no km 118 da Rodovia Anhanguera, sentido Cordeirópolis – é ensinar os motociclistas e os motoristas a conduzirem de maneira responsável pelas rodovias.
Segundo a empresa, acidentes envolvendo motoqueiros são a segunda causa de morte no Sistema Anhanguera-Bandeirantes.
Campanha
Os motociclistas que participarem da campanha receberão folhetos educativos e assistirão a um vídeo sobre como trafegar de maneira segura e quais são os equipamentos de proteção necessários.
A Autoban também distribuirá antenas “corta cerol” e realizará check-ups gratuitos nas motos.
Aos motoristas de carros, ônibus e caminhões, as praças de pedágio entregarão um folheto específico que tem orientações de como compartilhar a estrada com motos.
Autoban
0800 055 5550
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Como reduzir o número e a gravidade dos acidentes?
Clique no LINK seguinte, para acessar a matéria
http://www.motosblog.com.br/2009/04/21/como-reduzir-o-numero-e-a-gravidade-dos-acidentes/
http://www.motosblog.com.br/2009/04/21/como-reduzir-o-numero-e-a-gravidade-dos-acidentes/
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