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http://www.motosblog.com.br/2009/04/21/como-reduzir-o-numero-e-a-gravidade-dos-acidentes/
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Manchete: Perigo na faixa reversível:: Alterações no trânsito provocam morte de motociclista no Joá e acidente no Humaitá
Jornal do Brasil
Em apenas um dia, dois acidentes em faixas reversíveis pelo Rio. No mais grave deles, um motorista bateu em três motos, causou a morte e interrompeu o trânsito no Elevado do Joá, gerando engarrafamentos na Barra e na Zona Sul. Segundo quem usa a via todos os dias, a batida poderia ter sido evitada com "sinalização mais eficaz". Mas a prefeitura se defende: a culpa é do motorista, porque há "cones e agentes de trânsito" no Joá. Embora a faixa reversível seja uma alternativa para desafogar o trânsito, a solução definitiva requer ações mais complexas e investimentos maiores, como a ampliação do metrô ou a construção de corredores de ônibus. (págs. 1 e A2 a A4)
Em apenas um dia, dois acidentes em faixas reversíveis pelo Rio. No mais grave deles, um motorista bateu em três motos, causou a morte e interrompeu o trânsito no Elevado do Joá, gerando engarrafamentos na Barra e na Zona Sul. Segundo quem usa a via todos os dias, a batida poderia ter sido evitada com "sinalização mais eficaz". Mas a prefeitura se defende: a culpa é do motorista, porque há "cones e agentes de trânsito" no Joá. Embora a faixa reversível seja uma alternativa para desafogar o trânsito, a solução definitiva requer ações mais complexas e investimentos maiores, como a ampliação do metrô ou a construção de corredores de ônibus. (págs. 1 e A2 a A4)
Jornal do Brasil
Em apenas um dia, dois acidentes em faixas reversíveis pelo Rio. No mais grave deles, um motorista bateu em três motos, causou a morte e interrompeu o trânsito no Elevado do Joá, gerando engarrafamentos na Barra e na Zona Sul. Segundo quem usa a via todos os dias, a batida poderia ter sido evitada com "sinalização mais eficaz". Mas a prefeitura se defende: a culpa é do motorista, porque há "cones e agentes de trânsito" no Joá. Embora a faixa reversível seja uma alternativa para desafogar o trânsito, a solução definitiva requer ações mais complexas e investimentos maiores, como a ampliação do metrô ou a construção de corredores de ônibus. (págs. 1 e A2 a A4)
Em apenas um dia, dois acidentes em faixas reversíveis pelo Rio. No mais grave deles, um motorista bateu em três motos, causou a morte e interrompeu o trânsito no Elevado do Joá, gerando engarrafamentos na Barra e na Zona Sul. Segundo quem usa a via todos os dias, a batida poderia ter sido evitada com "sinalização mais eficaz". Mas a prefeitura se defende: a culpa é do motorista, porque há "cones e agentes de trânsito" no Joá. Embora a faixa reversível seja uma alternativa para desafogar o trânsito, a solução definitiva requer ações mais complexas e investimentos maiores, como a ampliação do metrô ou a construção de corredores de ônibus. (págs. 1 e A2 a A4)
domingo, 25 de janeiro de 2009
Manchetes dos Principais Jornais do País e do Mundo
da Folha Online
*
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Inadimplência de empresas registra maior alta desde 99
Agora S.Paulo
Avião cai em fazenda do interior de São Paulo com 170 kg de crack
O Estado de S.Paulo
Queda veloz na exportação assusta governo e indústria
Jornal do Brasil
A desordem mora ao lado
O Globo
Judiciário ignora crise e quer mais R$ 7,4 bi para pessoal
Gazeta Mercantil
Reestruturada, TIM vai brigar pela liderança
Valor Econômico
Término de concessões nos portos preocupa empresas
Correio Braziliense
Praça na Esplanada inflama Brasília
Estado de Minas
A longa agonia dos 12 profetas
Diário do Nordeste
Crise econômica traça novo cenário para os empregos
Extra
Crianças praticantes do candomblé sofrem perseguição até nas escolas
Correio do Povo
Seca no cone Sul
Zero Hora
RS revive clima de Guerra Fria com caso Busatto
*
Revistas
Veja
Aborto - Os médicos rompem o silêncio
Época
Como segurar seu emprego na crise
IstoÉ
Como usar melhor seu tempo
IstoÉ Dinheiro
Votorantim assume papel global
Carta Capital
Obama e a realidade
*
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Inadimplência de empresas registra maior alta desde 99
Agora S.Paulo
Avião cai em fazenda do interior de São Paulo com 170 kg de crack
O Estado de S.Paulo
Queda veloz na exportação assusta governo e indústria
Jornal do Brasil
A desordem mora ao lado
O Globo
Judiciário ignora crise e quer mais R$ 7,4 bi para pessoal
Gazeta Mercantil
Reestruturada, TIM vai brigar pela liderança
Valor Econômico
Término de concessões nos portos preocupa empresas
Correio Braziliense
Praça na Esplanada inflama Brasília
Estado de Minas
A longa agonia dos 12 profetas
Diário do Nordeste
Crise econômica traça novo cenário para os empregos
Extra
Crianças praticantes do candomblé sofrem perseguição até nas escolas
Correio do Povo
Seca no cone Sul
Zero Hora
RS revive clima de Guerra Fria com caso Busatto
*
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Época
Como segurar seu emprego na crise
IstoÉ
Como usar melhor seu tempo
IstoÉ Dinheiro
Votorantim assume papel global
Carta Capital
Obama e a realidade
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Número de mortes em acidentes de moto sobe 2.252%
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São Paulo - O número de mortes causadas por acidentes de motocicleta cresceu de 299 em 1990 para 6.734 em 2006 em todo o Brasil, um aumento de 2.252%. O índice subiu de 0,01 por 100 mil habitantes em 1990 para 4,6 por 100 mil habitantes em 2006 nos municípios com menor porte demográfico (até 20 mil moradores). Nas cidades mais populosas (acima de 500 mil habitantes), essa relação foi de 0,2 por 100 mil habitantes em 1990 para 2,6 por 100 mil habitantes em 2006. Os dados fazem parte de um levantamento da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
Números do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do ministério apontam que, em referência a óbitos provocados por acidentes de transporte terrestre, as motos estão na quarta posição.
"A moto tornou-se uma opção muito interessante diante dos congestionamentos, além disso, ela é um meio de trabalho para muita gente. O fato de ser mais barata que automóvel e poder ser financiada por períodos longos também contribui para o aumento da frota", afirmou a especialista Marli Silva Montenegro, responsável pela pesquisa Tendência de Acidentes de Transporte Terrestre Segundo Porte Populacional dos Municípios Brasil, 1990 a 2006.
Os acidentes de transporte terrestre são a segunda causa de morte por causas externas, correspondendo a 28%. "A conseqüência disso são altos custos para a sociedade, impactos sociais e psicológicos para suas vítimas e familiares", disse Marli.
* do UOL Notícias
São Paulo - O número de mortes causadas por acidentes de motocicleta cresceu de 299 em 1990 para 6.734 em 2006 em todo o Brasil, um aumento de 2.252%. O índice subiu de 0,01 por 100 mil habitantes em 1990 para 4,6 por 100 mil habitantes em 2006 nos municípios com menor porte demográfico (até 20 mil moradores). Nas cidades mais populosas (acima de 500 mil habitantes), essa relação foi de 0,2 por 100 mil habitantes em 1990 para 2,6 por 100 mil habitantes em 2006. Os dados fazem parte de um levantamento da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
Números do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do ministério apontam que, em referência a óbitos provocados por acidentes de transporte terrestre, as motos estão na quarta posição.
"A moto tornou-se uma opção muito interessante diante dos congestionamentos, além disso, ela é um meio de trabalho para muita gente. O fato de ser mais barata que automóvel e poder ser financiada por períodos longos também contribui para o aumento da frota", afirmou a especialista Marli Silva Montenegro, responsável pela pesquisa Tendência de Acidentes de Transporte Terrestre Segundo Porte Populacional dos Municípios Brasil, 1990 a 2006.
Os acidentes de transporte terrestre são a segunda causa de morte por causas externas, correspondendo a 28%. "A conseqüência disso são altos custos para a sociedade, impactos sociais e psicológicos para suas vítimas e familiares", disse Marli.
* do UOL Notícias
sábado, 27 de setembro de 2008
Taxa de mortalidade por acidentes com moto aumenta 475% em dez anos
Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A taxa de mortalidade das vítimas de acidentes de moto registrados nas capitais brasileiras mais que quintuplicou de 1996 a 2005. De acordo com uma pesquisa divulgada hoje (26) pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), no primeiro ano da série de dez, 0,4 pessoa para cada mil habitantes das 27 capitais do país morreram devido a lesões causadas por acidentes de motocicletas. Já Em 2005, a taxa atingiu 2,3 pessoas para cada mil habitantes - crescimento de 475% durante o período.
Segundo as pesquisadoras Maria Helena Jorge e Maria Koizume, duas das autoras do estudo denominado Acidentes de Trânsito no Brasil: A Situação das Capitais, um dos motivos da alta é o aumento da frota de motos nas capitais. A pesquisa apresentada por elas aponta que, de 2002 a 2006, o número de motos para cada mil habitantes subiu de 26,4 para 39,8 - aumento de cerca de 50%. De acordo com elas, o crescimento da frota de motos provocou o aumento do número de mortos e feridos em acidentes com esse tipo de veículo.
Ainda segundo o estudo, as quatro cidades com maior número de motos para cada habitantes - Boa Vista (RO), Goiânia (GO), Palmas (TO) e Campo Grande (MS) - são justamente as que têm o maior índice de mortos em acidentes envolvendo o veículo em 2005. Palmas (TO) é a campeã em mortalidade, com taxa de 9,6 para mil habitantes, e tem a terceira maior taxa de frota: 93,6 motos para cada mil habitantes.
Palmas e as outras três capitais também têm as mais altas taxas de mortalidade por acidente de trânsito envolvendo todos os veículos. Apesar de ter um dos trânsitos tidos como um dos mais violentos do país, São Paulo é a 23ª colocada no ranking de mortalidade composto pelas 27 capitais: 14,3 mortes por mil habitantes por ano.
Para Maria Helena, os dados do estudo comprovam que o trânsito tem que ser encarado também como um problema de saúde pública. “As mortes por acidente fazem com que nossa expectativa de vida não suba da forma que poderia subir. As vítimas de acidentes congestionam as filas dos hospitais; e os gastos com o tratamento têm impacto nas contas do SUS [Sistema Único de Saúde]”.
A pesquisadora afirma ainda que cerca de 99 pessoas morreram por dia no país, vítimas de 1.050 acidentes de trânsito (motos, carros e outros veiculos) registrados diariamente em 2005. “É o mesmo que um avião caindo no país todo dia.”
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A taxa de mortalidade das vítimas de acidentes de moto registrados nas capitais brasileiras mais que quintuplicou de 1996 a 2005. De acordo com uma pesquisa divulgada hoje (26) pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), no primeiro ano da série de dez, 0,4 pessoa para cada mil habitantes das 27 capitais do país morreram devido a lesões causadas por acidentes de motocicletas. Já Em 2005, a taxa atingiu 2,3 pessoas para cada mil habitantes - crescimento de 475% durante o período.
Segundo as pesquisadoras Maria Helena Jorge e Maria Koizume, duas das autoras do estudo denominado Acidentes de Trânsito no Brasil: A Situação das Capitais, um dos motivos da alta é o aumento da frota de motos nas capitais. A pesquisa apresentada por elas aponta que, de 2002 a 2006, o número de motos para cada mil habitantes subiu de 26,4 para 39,8 - aumento de cerca de 50%. De acordo com elas, o crescimento da frota de motos provocou o aumento do número de mortos e feridos em acidentes com esse tipo de veículo.
Ainda segundo o estudo, as quatro cidades com maior número de motos para cada habitantes - Boa Vista (RO), Goiânia (GO), Palmas (TO) e Campo Grande (MS) - são justamente as que têm o maior índice de mortos em acidentes envolvendo o veículo em 2005. Palmas (TO) é a campeã em mortalidade, com taxa de 9,6 para mil habitantes, e tem a terceira maior taxa de frota: 93,6 motos para cada mil habitantes.
Palmas e as outras três capitais também têm as mais altas taxas de mortalidade por acidente de trânsito envolvendo todos os veículos. Apesar de ter um dos trânsitos tidos como um dos mais violentos do país, São Paulo é a 23ª colocada no ranking de mortalidade composto pelas 27 capitais: 14,3 mortes por mil habitantes por ano.
Para Maria Helena, os dados do estudo comprovam que o trânsito tem que ser encarado também como um problema de saúde pública. “As mortes por acidente fazem com que nossa expectativa de vida não suba da forma que poderia subir. As vítimas de acidentes congestionam as filas dos hospitais; e os gastos com o tratamento têm impacto nas contas do SUS [Sistema Único de Saúde]”.
A pesquisadora afirma ainda que cerca de 99 pessoas morreram por dia no país, vítimas de 1.050 acidentes de trânsito (motos, carros e outros veiculos) registrados diariamente em 2005. “É o mesmo que um avião caindo no país todo dia.”
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